Artigos com a Tag: "Viagens corporativas"

Da esquerda para a direita: Claudio Brandão – Gerente Operacional, Constantino Karascostas – Diretor Comercial, Maria Tereza N. Moraes – Presidente, Mario Ponticelli – Country Manager Amadeus Brasil, William Kobashigawa – Diretor Administrativo  e  Financeiro, Marcos Santos – Gerente de Consolidadores e Aquisições  Amadeus

Parceria, que engloba – além do Sistema Amadeus, o uso de seis soluções tecnológicas –, reforça expertise da Amadeus no mercado de viagens corporativas

Fechamos contrato com a Class Tour, uma das maiores e mais experientes agências corporativas do Brasil, e comemoramos o primeiro resultado do acordo: a migração, realizada com sucesso, da agência para o Sistema Amadeus. A parceria, que também engloba a implantação de seis soluções tecnológicas da Amadeus, tem duração de cinco anos.

O grande diferencial da Amadeus, que fez com que a empresa vencesse mais essa concorrência foi toda sua expertise nos mercados em que atua, somada – ainda – à sua vantagem tecnológica, uma vez que a empresa é a principal parceira de TI do setor de viagens e turismo no mundo. “A escolha pelas soluções de TI e distribuição da Amadeus, foi decorrente de uma análise prática, coordenada pela nossa equipe operacional. A Amadeus apresentou as melhores soluções, disponíveis atualmente no mercado, para as nossas necessidades”, afirma Constantino Karacostas, diretor Comercial da Class Tour.

Com isso, a Amadeus pôde ofertar à Class Tour, no mesmo contrato, o uso de ferramentas de reemissão, mid-office e back-office. Assim, além do acesso ao Sistema Amadeus, a Class Tour passa a ser cliente das soluções Amadeus All Fares (Gol e TAM), e-Retail, Web UETT Report, Ticket Changer, Master Pricer Expert e o Service Fee Manager.

“Para nós, da Amadeus, é uma grande satisfação anunciar o contrato com a Class Tour que, tão bem, está posicionada no mercado de viagens corporativas. Acreditamos que poderemos ser úteis – por meio de nossa tecnologia de gestão de distribuição – na trajetória de crescimento da companhia. Ainda, é extremamente importante que tenhamos feito a migração inicial com sucesso e sem nenhum impacto negativo aos negócios de nosso cliente”, finaliza Mario Ponticelli, country-manager da Amadeus Brasil.

Siga a Amadeus no Twitter: www.twitter.com/amadeus1a
Curta a nossa página no Facebook: www.facebook.com/amadeusbrasil

“Do caos à colaboração” mostra como inovações tecnológicas auxiliarão a reduzir o estresse, as incertezas e ampliarão a experiência do viajante”

Fatos Relevantes:

•    A pesquisa, que ouviu viajantes 1.437 de sete países – sendo 207 do Brasil – aponta que o mundo da colaboração deverá transformar o viajante em parceiro de negócio, podendo gerar oportunidades para provedores e turistas;

•    A tecnologia – em especial para controle de bagagem e aceleração do check-in – tende a tornar a viagem menos estressante e caótica;

•    As mídias sociais desempenharão papel decisivo nas viagens da próxima década, em especial para os mais jovens: 35% dos passageiros entre 16-29 anos utilizaram mais de cinco fontes de pesquisa online antes de definir sua viagem.

Realidade aumentada, registros inteligentes de passageiros e colaboração deverão mudar a forma como as pessoas viajam. Essa é a conclusão do mais novo estudo intitulado “Do caos à colaboração” encomendado pela Amadeus, líder global em soluções de TI e distribuição para o mercado de viagens e turismo, e realizado em parceria com The Futures Company. A pesquisa, que contou com entrevistas com experts, mesa redonda com consultores, pesquisa quantitativa realizada com 1.437 viajantes do Brasil, China, Rússia, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos, além de um fórum online, tem como objetivo mapear seis pilares fundamentais em que a inovação tecnológica poderá impactar a experiência do viajante e o mercado como um todo.

1.    A nova geração de experiência
A primeira constatação do estudo é que as viagens – com a ajuda da tecnologia – terão mais a ver com uma experiência aprofundada do que abrangente, que permitirá mais conhecimento da história e cultura de um lugar, enriquecendo a experiência subjetiva. Neste sentido, as principais aplicações tecnológicas deverão ser a realidade aumentada, “gamification” e o uso smartphones, que permitirão que um destino se torne mais familiar ao viajante. Quando questionados, os viajantes acreditam que o que mais usariam, em termos de tecnologia e serviços, seria:

- 67% – um dispositivo que permitisse tradução simultânea, permitindo uma melhor comunicação entre o turista e o habitante nativo;

- 62% – um serviço de viagens integrado que provesse transporte para todas as etapas da sua viagem, desde a sua casa, até o destino e a volta;

- 62% – câmeras e sensores que reconheçam o viajante automaticamente, para agilizar o deslocamento em aeroportos e acelerassem o check-in;

- 61% – aplicações que te dessem informação visual do ambiente a sua volta, informando, por exemplo, onde está o caixa-eletrônico ou o restaurante mais próximo;

- 59% – um serviço de celular que mostrasse, em tempo real, onde e quando há ofertas especiais em bares, restaurantes e hotéis.

Ainda sobre o impacto da tecnologia na experiência do viajante, é esperado que – até 2016 – haja uma generalização do uso do 4G por populações ocidentais e que isso permita uma velocidade de conexão similar a de um desktop tornando possível o desenvolvimento de aplicações e serviços para prover informações específicas de cada localidade.

2.    Trânsito automático
O passaporte ainda é um meio pouco tecnológico de identificação de pessoas, assim como no passado mais distante eram usadas as cartas de recomendação para viajantes. Porém, é possível que na próxima década, surjam alternativas, tais como a biometria. Também é esperado que, no futuro, as pessoas possam andar no aeroporto, embarcar e entrar em um país, sem ter de transpor uma barreira física.

Já há, atualmente, tecnologia sofisticada que permite fazer o tracking de gupos de pessoas dentro de um aeroporto, por exemplo, combinando inteligência artificial, reconhecimento de feições e sensores onipresentes. Além disso, há ainda tecnologia para escanear e fazer leitura de digitais a distância.

Entretanto, existem algumas barreiras para adoção dessas tecnologias, como a complexidade dos sistemas, órgãos reguladores, preocupação com privacidade e segurança por parte dos viajantes. Porém, essa preocupação é menos evidente para populações de países emergentes: 59% dos viajantes oriundos dessas nações aceitariam prover informações pessoais, em troca de eficiência. Apenas 45% dos passageiros de países desenvolvidos responderam sim a essa questão.

3.    Pagamento com memória
Por que a tecnologia que permite que um varejista online, como a Amazon, saiba o histórico de compras e/ou de interesse de um cliente em um site ainda não chegou ao mundo das viagens?

Historicamente, o setor do turismo já fez significativos avanços como, por exemplo, o desenvolvimento dos Sistemas de Distribuição (GDS) e a criação do PNR (Passenger Name Record) – que foi criado originalmente para viagens aéreas e já foi estendido para diversos tipos de reservas. No entanto, devido à natureza fragmentada deste mercado, o compartilhamento de informações ainda não é tão difundido.

O caminho para a solução deverá estar no avanço dos pagamentos digitais que deixará, também, um registro importante para que os hábitos de consumo dos viajantes sejam identificados e que os próprios viajantes tenham acesso a esse histórico. O uso dos dados e preferências dos viajantes também esbarra na questão da privacidade, em especial para os viajantes mais velhos, como pode ser visto no gráfico abaixo. 81% dos viajantes com mais de 50 anos não concordam em compartilhar seus dados pessoais. Por isso, a ideia é que o próprio viajante determine o que e com quem ele quer compartilhar suas informações.

Outro ponto abordado neste tópico é a associação de grupos de compras coletivas com viagens que tem se mostrado extremamente efetiva, em especial pelo fato de que as pessoas agregam muito ao ato de viajar a possibilidade de estabelecer relação com outras pessoas e fazer amizades. Essa ideia de coletividade pode trazer, inclusive, uma variação e ser mais centrado na vontade do viajante: um coletivo digital poderia postar a vontade de conhecer um destino e aguardar pelas ofertas dos provedores. Isso é mais evidente nos países emergentes que, pela pesquisa, mostraram-se mais abertos a formar grupos de afinidade. Neste ponto, os brasileiros ganham destaque: 65% dos viajantes do nosso país responderam que fazer amizades é o que mais os atraem durante uma viagem.


4.    Recomendação inteligente
As viagens vão se tornar ainda mais “sociais” do que já são hoje em dia. Com o avanço da tecnologia e a possibilidade de realizar marcações e recomendações nas mídias sociais, os viajantes estão – cada vez mais – sendo influenciados pelos seus pares. No entanto, as mídias sociais não substituirão os agentes de viagens. Muito pelo contrário, o agente do futuro terá um papel decisivo como “curador” e editor de recomendações (reviews). Um exemplo é o Tripadvisor, que se tornou o mais visitado site de viagens da internet, com mais de 65 milhões de visitantes únicos por mês.

Ainda, os viajantes mais jovens estão lançando mão de diferentes fontes para saber se estão ou não fazendo um bom negócio. Os gráficos a seguir mostram a importância das ferramentas sociais, em especial entre os mais jovens e oriundos de países emergentes. Os dados apontam que 35% dos jovens entre 16 e 29 anos utilizaram mais de cinco vezes fontes diferentes para conseguir informações para suas viagens.\

Viajantes de países emergentes (68%) têm mais interesse em ler ou ouvir histórias detalhadas sobre as experiências de outros viajantes quando estão decidindo seus destinos, em comparação aos viajantes de países desenvolvidos (50%). Entre os sete países pesquisados, o Brasil é o terceiro com mais interesse nas experiências de outros viajantes.

5.    Deixando o estresse fora da viagem
As viagens – especialmente as aéreas – ainda são uma fonte de preocupação e desconforto para muitas pessoas, principalmente entre os mais velhos. Enquanto 40% dos viajantes entre 16 e 29 anos acham muito ou extremamente frustrante lidar com viagens, esse número salta para 51% quando os entrevistados têm mais de 50 anos. Esses números tornam-se ainda mais importantes de serem observados, quando pensamos que a quantidade de viajantes mais velhos tem aumentado.

Haverá uma crescente preocupação com o bem-estar das pessoas. Tendo isso em vista, a tecnologia deverá ter um papel fundamental na redução do estresse, permitindo que operadores de viagem controlem as incertezas e a ansiedade de uma viagem – por meio de soluções de tracking de bagagem e check-in mais inteligentes – e que os próprios viajantes lancem mão de aplicativos que permitam identificar alguns sintomas de maneira remota. Este tipo de aplicativo será conhecido como mHealth.

6.    O turista corporativo
O mundo das viagens corporativas mudará significativamente. Os colaboradores esperarão por acomodações e facilidades que os façam sentir em casa enquanto estão viajando. Ao mesmo tempo, as empresas devem passar a permitir que, cada vez mais, os executivos combinem trabalho com prazer – uma vez que, para muitos, essa é uma obrigação ruim e muitos têm que trabalhar arduamente para conciliar suas vidas pessoal e profissional. Assim, os hotéis devem lançar mão de tecnologias que façam da tarefa “trabalhar a distância” o mais simples possível e mais exigências sejam feitas, como:

- Sentir-se em casa, estando longe de casa: 59% dos entrevistados que viajam a trabalho gostariam de ter essa sensação, contra 46% dos que viajam por prazer. Nesse sentido, a tecnologia deverá ajudar os viajantes corporativos a: economizar tempo (75%), achar informações (84%), entreter (73%), conectar com familiares a amigos (67%) etc. O Cloud Computing tem papel central também, ao permitir que o viajante corporativo acesse, de qualquer lugar, as informações que necessita para realizar seu trabalho.

Ainda, os viajantes a trabalho ficam muito mais frustrados quando não conseguem se conectar a internet ou são submetidos a serviços abaixo do que estão acostumados. A pesquisa mostrou que os viajantes corporativos são mais engajados em termos de reclamação, recomendação e compartilhamento de suas frustrações, que os viajantes a passeio. Assim, é importante que os hotéis estejam preparados para prover ou cobrar por ferramentas tecnológicas nos quartos.

- Novas experiências: 71% dos viajantes corporativos disseram que, quando estão longe de casa, desejam uma experiência diferente, nova. Parece contraditório com o item anterior, mas não é. Ao mesmo tempo em que eles desejam se sentir em casa, eles também desejam – já que estão longe de seus lares – ter uma experiência mais completa. Com isso, os hotéis deverão estar atentos e aptos a prover informações locais. A realidade aumentada é extremamente importante nesse caso.

Fatos Relevantes:

· A pesquisa, que ouviu viajantes 1.437 de sete países – sendo 207 do Brasil – aponta que o mundo da colaboração deverá transformar o viajante em parceiro de negócio, podendo gerar oportunidades para provedores e turistas;

· A tecnologia – em especial para controle de bagagem e aceleração do check-in – tende a tornar a viagem menos estressante e caótica;

· As mídias sociais desempenharão papel decisivo nas viagens da próxima década, em especial para os mais jovens: 35% dos passageiros entre 16-29 anos utilizaram mais de cinco fontes de pesquisa online antes de definir sua viagem.

São Paulo, janeiro de 2012 – Realidade aumentada, registros inteligentes de passageiros e colaboração deverão mudar a forma como as pessoas viajam. Essa é a conclusão do mais novo estudo intitulado “Do caos à colaboração” encomendado pela Amadeus, líder global em soluções de TI e distribuição para o mercado de viagens e turismo, e realizado em parceria com The Futures Company. A pesquisa, que contou com entrevistas com experts, mesa redonda com consultores, pesquisa quantitativa realizada com 1.437 viajantes do Brasil, China, Rússia, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e Estados Unidos, além de um fórum online, tem como objetivo mapear seis pilares fundamentais em que a inovação tecnológica poderá impactar a experiência do viajante e o mercado como um todo.

1. A nova geração de experiência

A primeira constatação do estudo é que as viagens – com a ajuda da tecnologia – terão mais a ver com uma experiência aprofundada do que abrangente, que permitirá mais conhecimento da história e cultura de um lugar, enriquecendo a experiência subjetiva. Neste sentido, as principais aplicações tecnológicas deverão ser a realidade aumentada, “gamification” e o uso smartphones, que permitirão que um destino se torne mais familiar ao viajante. Quando questionados, os viajantes acreditam que o que mais usariam, em termos de tecnologia e serviços, seria:

- 67% – um dispositivo que permitisse tradução simultânea, permitindo uma melhor comunicação entre o turista e o habitante nativo;

- 62% – um serviço de viagens integrado que provesse transporte para todas as etapas da sua viagem, desde a sua casa, até o destino e a volta;

- 62% – câmeras e sensores que reconheçam o viajante automaticamente, para agilizar o deslocamento em aeroportos e acelerassem o check-in;

- 61% – aplicações que te dessem informação visual do ambiente a sua volta, informando, por exemplo, onde está o caixa-eletrônico ou o restaurante mais próximo;

- 59% - um serviço de celular que mostrasse, em tempo real, onde e quando há ofertas especiais em bares, restaurantes e hotéis.

Ainda sobre o impacto da tecnologia na experiência do viajante, é esperado que – até 2016 – haja uma generalização do uso do 4G por populações ocidentais e que isso permita uma velocidade de conexão similar a de um desktop tornando possível o desenvolvimento de aplicações e serviços para prover informações específicas de cada localidade.

2. Trânsito automático

O passaporte ainda é um meio pouco tecnológico de identificação de pessoas, assim como no passado mais distante eram usadas as cartas de recomendação para viajantes. Porém, é possível que na próxima década, surjam alternativas, tais como a biometria. Também é esperado que, no futuro, as pessoas possam andar no aeroporto, embarcar e entrar em um país, sem ter de transpor uma barreira física.

Já há, atualmente, tecnologia sofisticada que permite fazer o tracking de gupos de pessoas dentro de um aeroporto, por exemplo, combinando inteligência artificial, reconhecimento de feições e sensores onipresentes. Além disso, há ainda tecnologia para escanear e fazer leitura de digitais a distância.

Entretanto, existem algumas barreiras para adoção dessas tecnologias, como a complexidade dos sistemas, órgãos reguladores, preocupação com privacidade e segurança por parte dos viajantes. Porém, essa preocupação é menos evidente para populações de países emergentes: 59% dos viajantes oriundos dessas nações aceitariam prover informações pessoais, em troca de eficiência. Apenas 45% dos passageiros de países desenvolvidos responderam sim a essa questão.

3. Pagamento com memória

Por que a tecnologia que permite que um varejista online, como a Amazon, saiba o histórico de compras e/ou de interesse de um cliente em um site ainda não chegou ao mundo das viagens?

Historicamente, o setor do turismo já fez significativos avanços como, por exemplo, o desenvolvimento dos Sistemas de Distribuição (GDS) e a criação do PNR (Passenger Name Record) – que foi criado originalmente para viagens aéreas e já foi estendido para diversos tipos de reservas. No entanto, devido à natureza fragmentada deste mercado, o compartilhamento de informações ainda não é tão difundido.

O caminho para a solução deverá estar no avanço dos pagamentos digitais que deixará, também, um registro importante para que os hábitos de consumo dos viajantes sejam identificados e que os próprios viajantes tenham acesso a esse histórico. O uso dos dados e preferências dos viajantes também esbarra na questão da privacidade, em especial para os viajantes mais velhos, como pode ser visto no gráfico abaixo. 81% dos viajantes com mais de 50 anos não concordam em compartilhar seus dados pessoais. Por isso, a ideia é que o próprio viajante determine o que e com quem ele quer compartilhar suas informações.

Outro ponto abordado neste tópico é a associação de grupos de compras coletivas com viagens que tem se mostrado extremamente efetiva, em especial pelo fato de que as pessoas agregam muito ao ato de viajar a possibilidade de estabelecer relação com outras pessoas e fazer amizades. Essa ideia de coletividade pode trazer, inclusive, uma variação e ser mais centrado na vontade do viajante: um coletivo digital poderia postar a vontade de conhecer um destino e aguardar pelas ofertas dos provedores. Isso é mais evidente nos países emergentes que, pela pesquisa, mostraram-se mais abertos a formar grupos de afinidade. Neste ponto, os brasileiros ganham destaque: 65% dos viajantes do nosso país responderam que fazer amizades é o que mais os atraem durante uma viagem.

4. Recomendação inteligente

As viagens vão se tornar ainda mais “sociais” do que já são hoje em dia. Com o avanço da tecnologia e a possibilidade de realizar marcações e recomendações nas mídias sociais, os viajantes estão – cada vez mais – sendo influenciados pelos seus pares. No entanto, as mídias sociais não substituirão os agentes de viagens. Muito pelo contrário, o agente do futuro terá um papel decisivo como “curador” e editor de recomendações (reviews). Um exemplo é o Tripadvisor, que se tornou o mais visitado site de viagens da internet, com mais de 65 milhões de visitantes únicos por mês.

Ainda, os viajantes mais jovens estão lançando mão de diferentes fontes para saber se estão ou não fazendo um bom negócio. Os gráficos a seguir mostram a importância das ferramentas sociais, em especial entre os mais jovens e oriundos de países emergentes. Os dados apontam que 35% dos jovens entre 16 e 29 anos utilizaram mais de cinco vezes fontes diferentes para conseguir informações para suas viagens.

Viajantes de países emergentes (68%) têm mais interesse em ler ou ouvir histórias detalhadas sobre as experiências de outros viajantes quando estão decidindo seus destinos, em comparação aos viajantes de países desenvolvidos (50%). Entre os sete países pesquisados, o Brasil é o terceiro com mais interesse nas experiências de outros viajantes.

5. Deixando o estresse fora da viagem

As viagens – especialmente as aéreas – ainda são uma fonte de preocupação e desconforto para muitas pessoas, principalmente entre os mais velhos. Enquanto 40% dos viajantes entre 16 e 29 anos acham muito ou extremamente frustrante lidar com viagens, esse número salta para 51% quando os entrevistados têm mais de 50 anos. Esses números tornam-se ainda mais importantes de serem observados, quando pensamos que a quantidade de viajantes mais velhos tem aumentado.

Haverá uma crescente preocupação com o bem-estar das pessoas. Tendo isso em vista, a tecnologia deverá ter um papel fundamental na redução do estresse, permitindo que operadores de viagem controlem as incertezas e a ansiedade de uma viagem – por meio de soluções de tracking de bagagem e check-in mais inteligentes – e que os próprios viajantes lancem mão de aplicativos que permitam identificar alguns sintomas de maneira remota. Este tipo de aplicativo será conhecido como mHealth.

6. O turista corporativo

O mundo das viagens corporativas mudará significativamente. Os colaboradores esperarão por acomodações e facilidades que os façam sentir em casa enquanto estão viajando. Ao mesmo tempo, as empresas devem passar a permitir que, cada vez mais, os executivos combinem trabalho com prazer – uma vez que, para muitos, essa é uma obrigação ruim e muitos têm que trabalhar arduamente para conciliar suas vidas pessoal e profissional. Assim, os hotéis devem lançar mão de tecnologias que façam da tarefa “trabalhar a distância” o mais simples possível e mais exigências sejam feitas, como:

- Sentir-se em casa, estando longe de casa: 59% dos entrevistados que viajam a trabalho gostariam de ter essa sensação, contra 46% dos que viajam por prazer. Nesse sentido, a tecnologia deverá ajudar os viajantes corporativos a: economizar tempo (75%), achar informações (84%), entreter (73%), conectar com familiares a amigos (67%) etc. O Cloud Computing tem papel central também, ao permitir que o viajante corporativo acesse, de qualquer lugar, as informações que necessita para realizar seu trabalho.

Ainda, os viajantes a trabalho ficam muito mais frustrados quando não conseguem se conectar a internet ou são submetidos a serviços abaixo do que estão acostumados. A pesquisa mostrou que os viajantes corporativos são mais engajados em termos de reclamação, recomendação e compartilhamento de suas frustrações, que os viajantes a passeio. Assim, é importante que os hotéis estejam preparados para prover ou cobrar por ferramentas tecnológicas nos quartos.

- Novas experiências: 71% dos viajantes corporativos disseram que, quando estão longe de casa, desejam uma experiência diferente, nova. Parece contraditório com o item anterior, mas não é. Ao mesmo tempo em que eles desejam se sentir em casa, eles também desejam – já que estão longe de seus lares – ter uma experiência mais completa. Com isso, os hotéis deverão estar atentos e aptos a prover informações locais. A realidade aumentada é extremamente importante nesse caso.

07
fev

Amadeus apresenta novidades no LACTE 2012

Author: Erica Massini

Patrocinadora do evento, Amadeus apresenta suas principais soluções e funcionalidades exclusivas ao mercado de viagens corporativas

Organizado pela ABGEV (Associação Brasileira dos Gestores de Eventos e Viagens Corporativas), o evento ocorre nos dias 5, 6 e 7 de fevereiro, no Grand Hyatt São Paulo e conta com a presença de centenas de profissionais do setor.

Além de patrocinadora do evento – responsável por apoio e divulgação – a Amadeus também participará do Product Showcase, espaço destinado a apresentações rápidas e dinâmicas de novos produtos para o mercado. Mario Ponticelli, country manager da empresa, realizou uma palestra na segunda-feira (06/02) abordando as principais soluções e suas funcionalidades, o que inclui novidades como ferramentas mobile e para self booking, relatórios de tickets não usados e gerenciamento de filas.

O objetivo da apresentação era que o público pudesse conhecer as tecnologias da Amadeus específicas para o mercado de viagens corporativas e que proporcionam inovação na forma de atuação dos agentes desse segmento, otimizando e customizando o atendimento oferecido aos seus clientes.

Nessa edição, a Amadeus também elaborou um hotsite, que traz apresentação de suas soluções e também um espaço para cadastro em que os inscritos concorrerão, por meio de sorteio, a inúmeros prêmios. A divulgação dessa ferramenta será realizada via e-mail marketing, que será enviado, pela própria organização do LACTE, aos participantes do evento.

Mario Ponticelli, country manager da Amadeus: “Estamos muito satisfeitos em estar presente novamente no LACTE, maior evento organizado pela ABGEV. Continuar com a nossa parceria com a Associação contribui para o nosso objetivo de fortalecer nosso contato com o setor, apresentando um novo portfólio de produtos exclusivos para o mercado de viagens corporativas e demonstrando que estamos cada vez mais alinhados e integrados às necessidades do segmento.

18
fev

Gerando negócios no turismo com as mídias sociais

Author: Amadeus - Departamento de Comunicação

Edney Souza é conhecido por sua trajetória de sucesso nas redes de relacionamento da internet. Autor de um dos blogs mais populares do Brasil, o Interney.net, ele é também o Diretor de Operações da Polvora! Comunicação, agência especializada em mídias sociais. No Tecnoturis 2010, evento sobre tecnologia aplicada ao turismo organizado pela Amadeus e o jornal Brasilturis, ele participou do painel “As mídias sociais e a web 2.0 – Como gerar negócios“. Confira no vídeo abaixo o depoimento que Edney nos concedeu durante a ocasião:

Clique aqui para acompanhar mais notícias sobre o Tecnoturis 2010.

Veja no twitter a cobertura em tempo real que o Blog 1A fez sobre o evento.

Página 1 de 1012345»...Última »