Artigos com a Tag: "redução de custos"

Estudos comparativos sobre determinados produtos e serviços são muito utilizados para promover diferenciais ou “comprovar” vantagens nem sempre percebidas pelos usuários. Em outros casos, são úteis para identificar pontos de melhoria e aperfeiçoamento em relação aos concorrentes. Por isso, é sempre recomendável manter um olhar crítico sobre esses estudos, confrontando-os com a percepção pessoal e, principalmente, analisando a metodologia utilizada, para ter certeza de que a mesma não foi feita de forma tendenciosa, com o objetivo de beneficiar uma ou outra empresa.

Esporadicamente são publicadas análises comparando a eficiência dos diferentes GDS para encontrar “as tarifas mais baixas”. Os resultados dessas análises indicam que justamente a empresa que patrocinou o estudo é a que apresenta os melhores resultados. Ora, nada mais justo, já que a empresa se sentiu segura para colocar à prova seu produto. Só que antes de chegar a essa conclusão precipitada, é prudente analisar as condições em que o estudo foi realizado e comparar seus dados com dados semelhantes de outras fontes. E se a tarifa mais baixa foi calculada corretamente.

Principalmente porque, no caso de “tarifas aéreas”, são tantos os fatores que podem interferir nos resultados obtidos que muitas vezes uma tarifa mais baixa não é sequer a tarifa correta. Timothy O’Neill-Dunne, um especialista do segmento, publicou em seu blog um post que contesta os resultados do mais recente desses estudos comparativos, divulgado neste ano nos Estados Unidos e também no Brasil. Nos testes conduzidos por ele, comprovou-se que a Amadeus, além de apresentar as tarifas mais exatas, mostrava seus resultados mais rapidamente que os outros sistemas. Quanto ao concorrente principal, as tarifas apareciam frequentemente com cálculos errados, o que impacta bastante a eficiência dos agentes de viagem, pois bilhetes com erros de tarifa ocasionam ADMs e cobranças extras enviadas pelas companhias aéreas às agências que os emitiram.

Como percebemos aqui, muitas vezes tarifas menores podem ser relativas, enquanto tarifas corretas e exatas são mais confiáveis e produtivas. E, neste quesito, os clientes Amadeus podem ficar tranquilos.

A crise econômica atual tem exigido mudanças no comportamento das empresas, algumas delas sempre recomendadas, mas nunca adotadas. No caso das agências de viagens corporativas na América Latina, afetadas pelos cortes nas viagens de negócios, o investimento na tecnologia certa é a solução para enfrentar a turbulência financeira atual. Essa foi a conclusão apontada por uma recente pesquisa que a Amadeus realizou entre 75 diretores das agências mais importantes da região.

A palavra “investimento” pode parecer um pouco estranha em tempos de crise, mas, no caso aqui, faz sentido. Afinal, a tecnologia é um elemento que pode ajudar a valorizar a oferta da agência que, ao mostrar que está na vanguarda do setor, tem seus esforços mais facilmente reconhecidos pelos clientes. Dessa maneira, segundo a mesma pesquisa, os tomadores de decisões do segmento sinalizaram a intenção de investir até 15% a mais em tecnologia em 2009.

Nesse contexto, a Amadeus, principal parceira tecnológica do setor, coloca seus 20 anos de conhecimento a serviço de seus clientes da América Latina por meio de um centro de desenvolvimento de soluções tecnológicas próprio na região, o Latam Solution Center, com sedes em Bogotá e São Paulo. Além disso, a Amadeus continua sendo uma das empresas que mais investem no mundo em pesquisa e desenvolvimento, além de atualizar os agentes de viagens por meio da publicação de estudos e relatórios realizados por experts do setor. Um exemplo disso é o último estudo disponibilizado pela empresa, “O Futuro das Agências Multinacionais de Viagens Corporativas na América Latina”.

Quanto às atividades desenvolvidas no Latam Solution Center, na sede de Bogotá uma equipe se encarrega de desenvolver, adaptar ou personalizar as soluções da Amadeus às necessidades das agências da América Latina. Já em São Paulo são desenvolvidas soluções de comércio eletrônico, como a customização do Amadeus Web Services para a região latino-americana, o que permitiu às agências de viagem locais acessarem não somente todo o conteúdo disponível na Amadeus, mas também aquele presente no GDS ou oferecido por outros provedores. Também em São Paulo foi personalizado o Amadeus Custom Desktop, o que possibilitou a incorporação do conteúdo local e a integração de aplicações externas ao Amadeus Selling Platform, tudo dentro do fluxo de trabalho que for adequado para a agência.

Enfim, como percebemos, em tempos de crise como a atual, em que incertezas e dificuldades influenciam no planejamento das empresas, é fundamental que elas determinem estratégias que as mantenham competitivas no mercado. No caso das grandes agências de viagens corporativas, saem fortalecidas aquelas que podem contar com a gama mais avançada de soluções, obtendo o respaldo de um sócio de tecnologia sólido e confiável, como é o caso da Amadeus. E a sua agência, já está adaptada para enfrentar os novos desafios?

11
dez

Gastos com viagens preocupam empresas

Author: Amadeus - Departamento de Comunicação

A contenção de despesas decorrente da crise está levando as empresas a diminuírem também os valores destinados a viagens corporativas. Flávio Mesquita, diretor comercial da Amadeus, companhia que desenvolve soluções para o mercado de viagens e turismo, diz que, na percepção da sua empresa, que lida diretamente com diversas agências corporativas, nos últimos dois meses houve uma forte redução dos gastos com esse tipo de deslocamento. Mesquita conta que uma companhia do setor de tecnologia da informação chegou a suspender as viagens executivas em todos os níveis. “Para você ter uma idéia, o presidente da empresa fez um vôo usando seu próprio plano de milhagem“, exemplifica.

Mas os gastos corporativos com viagens já eram motivo de preocupação para os executivos financeiros antes mesmo da eclosão da crise mundial. Segundo estudo desenvolvido pela própria Amadeus, 60% dos gestores dizem-se insatisfeitos com a gestão do investimento em viagens. Para eles, tecnologias capazes de melhorar a produtividade dos funcionários em trânsito e garantir a excelência dos serviços deveriam ser as prioridades. O estudo foi feito em julho de 2008, com 120 altos executivos financeiros, na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia e no Pacífico.

Clique aqui para ler na íntegra a notícia publicada na Gazeta Mercantil.

Clique aqui para ler a versão completa dessa notícia, no site da Amadeus.

Na pesquisa, 60% dos CFOs (Chief Financial Officer) entrevistados dizem-se insatisfeitos com a gestão do investimento em viagens nas empresas. Tecnologias para melhorar a produtividade dos funcionários em trânsito e garantir a excelência dos serviços deveriam ser as prioridades

  • Cerca de 2/3 dos CFOs entrevistados enxergam as ferramentas de self-booking (63%) e de geração automática de relatórios de despesas (66%) como de médio e alto potencial de economia;
  • CFOs esperam que os gestores de viagens priorizem a produtividade dos executivos em todas as etapas da viagem.
  • 71% dos CFOs acreditam que é muito importante integrar tecnologia de viagens com sistemas de gerenciamento de gastos – no entanto, somente 18% de suas empresas têm esses sistemas realmente integrados.
  • Três em quatro CFOs acham que os gestores de viagens deveriam priorizar um melhor relacionamento com os provedores. Uma visão unificada das políticas de viagem através de toda a organização permitiria uma maior influência sobre esses fornecedores e ajudaria os departamentos financeiros a obter.

Nosso objetivo com esse estudo é desvendar como os departamentos de finanças e de gestão de viagens podem trabalhar juntos de maneira mais eficiente e qual o papel que a tecnologia pode representar nessa união de forças”, afirma Frank Palapies, responsável pelas Operações Comerciais Globais da Amadeus. “Ficou clara a discrepância existente entre a manutenção dos níveis de qualidade dos serviços e o controle de gastos e é, justamente aí, que a tecnologia trabalha a favor, proporcionando ferramentas que aumentam a transparência, eficiência e gestão dos programas de viagens”, completa.

Clique aqui para ver na íntegra a notícia sobre esse estudo, publicada na Gazeta Mercantil.

Clique aqui para ler a versão completa dessa notícia.

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