Na pesquisa, 60% dos CFOs (Chief Financial Officer) entrevistados dizem-se insatisfeitos com a gestão do investimento em viagens nas empresas. Tecnologias para melhorar a produtividade dos funcionários em trânsito e garantir a excelência dos serviços deveriam ser as prioridades
- Cerca de 2/3 dos CFOs entrevistados enxergam as ferramentas de self-booking (63%) e de geração automática de relatórios de despesas (66%) como de médio e alto potencial de economia;
- CFOs esperam que os gestores de viagens priorizem a produtividade dos executivos em todas as etapas da viagem.
- 71% dos CFOs acreditam que é muito importante integrar tecnologia de viagens com sistemas de gerenciamento de gastos – no entanto, somente 18% de suas empresas têm esses sistemas realmente integrados.
- Três em quatro CFOs acham que os gestores de viagens deveriam priorizar um melhor relacionamento com os provedores. Uma visão unificada das políticas de viagem através de toda a organização permitiria uma maior influência sobre esses fornecedores e ajudaria os departamentos financeiros a obter.
“Nosso objetivo com esse estudo é desvendar como os departamentos de finanças e de gestão de viagens podem trabalhar juntos de maneira mais eficiente e qual o papel que a tecnologia pode representar nessa união de forças”, afirma Frank Palapies, responsável pelas Operações Comerciais Globais da Amadeus. “Ficou clara a discrepância existente entre a manutenção dos níveis de qualidade dos serviços e o controle de gastos e é, justamente aí, que a tecnologia trabalha a favor, proporcionando ferramentas que aumentam a transparência, eficiência e gestão dos programas de viagens”, completa.
Clique aqui para ver na íntegra a notícia sobre esse estudo, publicada na Gazeta Mercantil.
Análise das prioridades dos CFOs para as viagens corporativas em um cenário de avanços tecnológicos nas ferramentas de gestão de viagens, incertezas econômicas e preocupações ambientais.
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Na edição de dezembro da revista Época Negócios, o diretor de marketing da Amadeus IT Group, o brasileiro Decius Valmorbida, escreveu um artigo em que ele relata sua experiência profissional na cidade de Antibes, na França, local para onde foi transferido em janeiro de 2006.
Ele cita algumas dificuldades que enfrentou para se adaptar à nova cultura empresarial, algo superado após o período de adaptação. “Os processos e as regras das empresas são muito arraigados no país. Para promover uma mudança é preciso provar que ela vai ser boa para os negócios com base em pesquisas, plano de dez anos e relatórios de consultorias renomadas. Descobri que, na França, ninguém gosta de assumir riscos.“, concluiu Valmorbida.
Clique aqui para ler na íntegra o artigo na revista Época Negócios
The Future of Travel Management Companies in Latin America – Elaborado pela Hermes Management Consulting, este estudo revela as principais tendências do segmento na região e os fatores que influenciarão as agências de viagens corporativas nos próximos cinco anos.
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